terça-feira, 13 de setembro de 2011

O que as marcas precisam saber sobre os consumidores no Facebook

Uma pesquisa revelou como os norte-americanos se comportam no Facebook em relação às marcas, inclusive o porquê de essas pessoas “curtirem” as páginas. A maior parte dos usuários (58%) vira fã de uma empresa por já ser seu consumidor, mas 57% deles só estão ali pois esperam receber descontos ou participar de promoções.

E o nível de engajamento é alto, pois 78% disseram participar de menos de dez fan pages, o que as deixa mais focadas. Os motivos variam, mas é uma minoria que está presente nessas páginas para ter acesso a conteúdo exclusivo (31%) ou para saber com antecedência as novidades sobre a marca (31%).

O levantamento “10 fatos que você deveria saber sobre comportamento dos consumidores no Facebook“, conduzido pela Constant Contact e pela Chadwick Martin Bailey, ouviu 1.491 pessoas, todas maiores de 18 anos.

Os dados mostram que 52% dos entrevistados gastam pelo menos uma hora por semana no Facebook. O site de Mark Zuckerberg é, disparado, o que mais gera interação entre consumidor e marca, com índice de 34%. Depois aparecem Twitter (4%), LinkedIn (1%) e MySpace (1%), além de comunidades online (9%) e blogs (4%). 56% dos que ainda não completaram 35 anos conversam com as marcas preferidas pelo Facebook.

A importância de se dar atenção às páginas também ficou evidenciada. 77% leem os posts, acompanham as novidades e as ofertas divulgadas pelas marcas e 17% compartilham experiências sobre elas com outras pessoas. Além disso, 13% postam conteúdo relacionado às empresas.

Outro dado destacado é que a maioria (76%) nunca deixou de seguir uma marca depois de “curtir” sua página no Facebook. 56% se sentem mais confortáveis em fazer indicações depois de se tornar fã e 51% dos fãs ficam mais inclinados a comprar após se vincularem à marca.

Fonte: Revista Exame

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Média gerência tem mais influência no desempenho de empresas, diz pesquisa

Criatividade e experiência na inovação de projetos são as características que definem o perfil destes profissionais

Os executivos de média gerência costumam ter mais importância no desempenho das empresas do que se possa imaginar. Ao menos é isto o que aponta um recente estudo elaborado pelo pesquisador Ethan Mollick, da escola americana Wharton School of Management.

De acordo com o levantamento, tais profissionais facilitam o desempenho das organizações na área criativa, onde atuam em processos inovadores por meio de conhecimentos específicos do setor. Com isso, o papel de tais indivíduos nas empresas costuma ser superior ao esperado.

A pesquisa revelou ainda o panorama da indústria de jogos para computadores nos Estados Unidos. Na ocasião, os produtores de games foram classificados como média gerência e os designers como inovadores – já que a criação de jogos vem destes profissionais.

Comparativo
A análise incluiu mais de 900 profissionais e apontou os resultados das empresas do setor, bem como as críticas sobre os games. Em suas descobertas, Mollick demonstrou que os produtores - média gerência – eram os responsáveis por 24,1% do faturamento dos jogos e por 18,6% das boas avaliações dos críticos.

Em contrapartida, os designers tiveram uma importância inferior para o desempenho das organizações, representando 6,3% do faturamento e 14,2% das boas avaliações. Já o papel dos executivos também surpreendeu, sendo tais profissionais os responsáveis pelo menor peso nos ganhos obtidos com a venda de jogos: 5%.

A explicação para tal cenário, segundo Mollick, é simples: “os profissionais de média gerência possuem a capacidade de transformar as boas ideias dos inovadores em um projeto realista”, explica. Para ele, se uma empresa possui um ótimo designer e um produtor mediano, ela não conseguirá garantir um produto de qualidade.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A Semana do Empreendedor é um evento realizado semestralmente pela FEA júnior USP Consultoria e Projetos. O evento fornece ferramentas teóricas e práticas para empresários que desejam melhorar a atuação no mercado. As atividades serão ministradas por professores da FEA-USP e consultores FEA júnior USP, além da participação dos parceiros e patrocinadores do evento.

Além de desenvolver e difundir ideais empreendedores, a Semana do Empreendedor visa proporcionar uma vantagem competitiva ao seu público, já que atualmente um bom posicionamento no mercado ultrapassa o conceito de qualidade. As atitudes inovadores são um diferencial frente à concorrência e um tanto muito mais simples do que pensamos.



Objetivo do evento: Difundir e desenvolver os ideais empreendedores entre os participantes do evento.Fornecer informações teóricas e treinamentos práticos sobre áreas específicas em negócios, possibilitando a melhora do desempenho dos empreendedores em seus próprios negócios.

A VI Edição da Semana do Empreendedor ocorrerá nos dias 20 e 21 de Setembro, nas dependências da FEA USP. A VI Semana do Empreendedor trará as seguintes atividades:

Mini-Consultoria

Uma análise concisa da empresa, ou seja, identificar as falhas mais aparentes na empresa e propor possíveis melhorias. Um diagnóstico personalizado ao negócio do participante será elaborado e apresentado, para que o empresário obtenha um direcionamento quanto as mudanças e melhorias necessárias ao sucesso de seu empreendimento.

Roda de Discussões

É um momento de expor problemas, dúvidas e Discussão experiências pessoais. Os intermediadores estabelecem um contato direto com os participantes e procuram focar a discussão em macro- temas (finanças, estratégia e marketing). As rodas proporcionam aos empresários uma análise da situação da sua empresa, já que os participantes podem explorar ao máximo os conhecimentos do intermediador

Caso de Sucesso

Os consultores relatam como uma empresa, antes em um quadro de dificuldades passa a conquistar resultados satisfatórios, através de uma consultoria personalizada, mostrando como as necessidades de um cliente são identificadas e quais ações são efetivas. Essas ações normalmente são aplicáveis e compreensíveis aos empresários, como também proporcionam impacto nas empresas.

Workshops

Os workshops são cursos voltados para as áreas de estratégia, finanças e marketing. Os orientadores são professores da FEA-USP, sendo esses especialistas nos temas abordados. As dúvidas dos empresários podem ser sanadas, para assim direcioná-los a possíveis soluções para problemas específicos de sua empresa. Além disso, ao termino do curso os participantes estão aptos aplicarlos na rotina empresarial.

Palestras

As palestras consistem, principalmente, na exposição de conhecimentos teóricos. Os enfoques são diversos, mas sempre voltados a ferramentas e práticas de gestão empresarial. Essa atividade visa demonstrar aos empreendedores ferramentas administrativas efetivas e atuais. Assim, os empresários terão fundamentos atuais e estratégicos que os auxiliarão na prática.

sábado, 3 de setembro de 2011

Tudo sobre a Teoria dos Dois Fatores de Frederick Herzberg


A Teoria dos Dois Fatores foi desenvolvida pelo americano Frederick Herzberg, sendo publicada em seu livro “A Motivação para Trabalhar” (The Motivation to Work). Tal teoria teve por base entrevistas realizadas com diversos profissionais da área industrial de Pittsburgh. Seu objetivo era identificar os fatores que causavam a satisfação e a insatisfação dos empregados no ambiente de trabalho. Para isso, questionou os entrevistados sobre o que os agradava e os desagradava nas empresas em que trabalhavam.

Herzberg, então, dividiu estes relatos em dois fatores: motivacionais (os que agradavam) e higiênicos (os que desagradavam). Diferentemente de Abraham Maslow, que estudou a satisfação das necessidades das pessoas em diversos campos de sua vida, Herzberg procurou estudar o comportamento e a motivação das pessoas dentro das empresas, especificamente.

Nesta teoria, os fatores higiênicos são aqueles necessários para evitar que o funcionário fique insatisfeito em seu trabalho, porém, eles não são capazes de fazer com que ele se sinta completamente satisfeito. Para o autor, o oposto de satisfação não é a insatisfação, mas nenhuma satisfação. Bem como, o oposto de insatisfação não é a satisfação, mas sim nenhuma insatisfação.

Para facilitar o entendimento, separei abaixo a definição dos dois fatores de Herzberg, escrita pelo professor Marcelo Camacho. Acompanhe:
Fatores higiênicos

Dizem respeito às condições físicas do ambiente de trabalho, salário, benefícios sociais, políticas da organização, clima organizacional, oportunidades de crescimento, etc. Segundo Herzberg, estes fatores são suficientes apenas para evitar que as pessoas fiquem desmotivadas. A ausência desmotiva, mas a presença não é elemento motivador. São chamados fatores insatisfacientes, também conhecidos como extrínsecos ou ambientais.

Fatores Motivacionais

Referem-se ao conteúdo do cargo, às tarefas e às atividades relacionadas com o cargo em si. Incluem liberdade de decidir como executar o trabalho, uso pleno de habilidades pessoais, responsabilidade total pelo trabalho, definição de metas e objetivos relacionados ao trabalho e auto-avaliação de desempenho. São chamados fatores satisfacientes. A presença produz motivação, enquanto a ausência não produz satisfação. Também chamados de intrínsecos.

Vejam o quadro abaixo, que resume bem o que vimos até agora:

Ao final do estudo, Frederick Herzberg concluiu que os fatores que levavam à insatisfação profissional nada tinham a ver com aqueles que influenciavam na produção de satisfação dos trabalhadores. Assim, o autor percebeu que os fatores que causavam a satisfação dos trabalhadores estava relacionado ao seu trabalho, à tarefa desempenhada, sua natureza, responsabilidade, promoção etc.

Herzberg constatou, também, que os fatores que causam a insatisfação dos empregados são puramente ambientais, que não dizem respeito à tarefa desempenhada. São relacionados à natureza das relações interpessoais, condições do ambiente de trabalho, salário etc.

Esta teoria permite inúmeros outros estudos semelhantes. Com certeza, foi um marco na avaliação da satisfação e motivação dos trabalhadores no ambiente de trabalho.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Não seja um administrador genérico, especialize-se!

Muitas pessoas questionam qual a real importância da Administração para as empresas e, também, para o futuro dos profissionais que a escolhem como carreira. A principal dúvida é sobre o aspecto genérico que a Administração tem, uma vez que possui muitas áreas diferentes de atuação. O que torna difícil a escolha por uma ou outra na hora de decidir sobre o futuro profissional. Por isso, é preciso pensar bem e analisar as opções disponíveis para não cometer um erro grave já no início da carreira.

Não tem como fugir, todos nós temos que passar por este momento de escolha. Eu também já vivi este dilema e sei como fica a cabeça do jovem. E nestes anos de blog já conversei com muitos profissionais  sobre o assunto, colhendo algumas impressões sobre o tema. Posso dizer que a melhor coisa que você pode fazer é não se contentar apenas com uma graduação em Administração. Não que isso não seja um grande diferencial pra você ou sua carreira, claro que é! Uma vez que é um excelente curso, que te dá uma ampla visão do mercado e gera muito conhecimento sobre gestão de negócios etc. Enfim, Administração é sim uma ótima profissão a ser seguida.

O que quero dizer neste post é que você precisa focar sua carreira em algo um pouco mais específico. Ter uma área de atuação mais direcionada para aquilo que você realmente gosta de fazer. Na hora de buscar um emprego, você deve saber exatamente onde quer chegar e em qual área irá atuar. As empresas dão muita importância para o profissional que é bom naquilo que faz. Por isso, procure sempre ser muito bom em uma área específica, e não apenas bom em todas as áreas. Foco é tudo!

A tarefa de escolher uma área de atuação pode não ser muito fácil, mas existem muitas opções à sua escolha, como: Marketing, Recursos Humanos, Finanças, Administração Hospitalar, Pública, Agrobusiness, Mercadológica, Comércio Exterior, e muitas outras áreas. O importante é que seja levado em consideração a preferência do jovem pela área escolhida, avaliando, também, como anda o mercado de trabalho e as melhores opções para sua trajetória profissional.

Nada disso é uma regra, claro. Você pode escolher o caminho que achar melhor para sua vida profissional, mas é preciso ter em mente que ser genérico demais pode prejudicar seriamente a sua carreira. Portanto, se você pretende tocar o seu próprio negócio, em pequena escala, talvez a melhor opção seja buscar conhecimentos em administração de forma genérica, focado na gestão do negócio, talvez. Mas se você pretende buscar uma colocação em um setor específico de uma grande empresa, ou focar o seu negócio em uma área específica, opte sempre por uma especialização em uma das áreas da Administração. Você terá mais conhecimento para realizar as tarefas específicas e ganhará uma grande vantagem competitiva no mercado. Pense nisso.