sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como atingir seus objetivos

Imagine o campeão mundial de tiro ao alvo. Alguém que acerta 100 tiros seguidos quase idênticos no mesmo lugar. Um exemplo de foco e concentração. Uma pessoa que literalmente atinge seus objetivos (o alvo) com uma regularidade tão impressionante que chega a ser assustador.

Agora imagine esse mesmo campeão vendado. Será que ele acertaria o alvo? E se além de vendá-lo também lhe déssemos duas ou três voltas, só para deixá-lo perdido e meio tonto – quantas vezes será que acertaria o alvo? Provavelmente quase nunca.

É justamente por isso que precisamos de metas em nossas vidas. Metas têm o poder de fazer com que nosso cérebro, o computador mais poderoso que existe, coloque todo seu foco em alcançar esse objetivo. Entretanto, uma meta, para ser considerada meta, tem que seguir algumas regras, senão não passa de um simples desejo otimista.

Uma fórmula para atingir objetivos

Primeiro, uma meta tem que ser colocada no papel. Pode ser uma frase ou uma foto, mas ela tem que ser colocada no papel para que você possa pegá-la e sentir que é real. O mundo está cheio de gente.


Depois ela tem que ter um prazo, uma data limite (em inglês se usa a expressão ‘deadline’ – literalmente ‘a linha da morte’). Uma coisa é você dizer que quer emagrecer 5 quilos. Outra coisa é dizer que quer emagrecer 5 quilos em 3 meses. Mesma coisa com resultados financeiros. Uma coisa é dizer que você quer ter economias de R$ 25.000 numa caderneta em caso de emergência. Outra coisa é dizer que vai fazer isso até dezembro de 2004.

Veja como colocar uma data limite já começa a fazer com que você se obrigue a pensar nos passos a serem dados. A pergunta que surge naturalmente é “E agora, como é que eu faço isso?”. Mas note também que as respostas também surgem naturalmente, junto com as dificuldades que devem ser superadas.

O especialista Zig Ziglar é da opinião que temos que listar as dificuldades que temos em alcançar nossos objetivos, para já começarmos a nos preparar mentalmente para superá-las. Francamente, concordo 100% com ele. A maioria das pessoas desiste justamente por não prever as dificuldades que podem surgir ao definirmos um objetivo a ser alcançado. Logo, o sucesso depende de estarmos preparados para as dificuldades que inevitavelmente surgirão. Baseado nisso você já tem o quarto passo, que é um plano de ação.

Em quinto lugar temos que fazer uma lista das pessoas, livros, organizações, etc., que podem nos ajudar a atingir esses objetivos. Você não precisa reinventar a roda quando decidir alcançar uma meta. Provavelmente muitas outras pessoas poderão ter passado pela mesma situação, e um pouco de pesquisa pode fazer com que você descubra algumas informações que eram justamente o que faltava para chegar lá.

Finalmente, Ziglar também defende a idéia de que devemos terminar todo esse planejamento com um benefício claro, simples e direto para nós mesmos por termos atingido esse objetivo. Por exemplo, ‘vou perder 5 quilos e pesar … (o peso que você quer) porque vai melhorar muito minha auto estima e vou ter muito mais prazer de me olhar no espelho’. Ou ‘vou guardar os R$ 25.000 na caderneta pois assim dormirei mais tranqüilo sabendo que, em caso de emergência, terei dinheiro para os gastos necessário’. Este passo final é muito importante porque, como todo bom vendedor sabe, benefícios atraem e vendem muito mais do que características. Para atingir um objetivo precisamos de um bom incentivo – é ele quem vai nos ajudar e motivar a superar as dificuldades.

Veja que esta fórmula pode ser aplicada a qualquer tipo de objetivo, seja ele pessoal ou profissional:

1) ‘Materializar’ o objetivo, colocando-o no papel da forma mais específica possível.
2) Colocar uma data limite.
3) Listar as dificuldades.
4) Montar um plano de ação.
5) Listar onde e com quem podemos buscar ajuda.
6) Definir o maior benefício possível ao atingir o objetivo.

Pablo Neruda disse que o caminho se faz ao caminhar. Agora você já tem uma fórmula de fazer com que o caminho o leve para onde você quer ir.
Fonte:Raúl Candeloro
raul@vendamais.com.br

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Empreendedorismo acadêmico: As revolucionárias empresas juniores

O perfil exigido para os profissionais recém-formados ingressarem no mercado de trabalho configura-se em um convite à reflexão: Os requisitos são, da mesma ordem de importância, a juventude e a experiência. Estamos diante de um paradoxo, como diriam os cartesianos fanáticos, popular e preconceituosamente conhecidos como “alunos CDF”. Por outro lado, estamos diante de uma grande oportunidade, como avaliam os empreendedores.

O fato é que a formação acadêmica, mesmo a excelente formação, se analisada isoladamente, não significa que o profissional possui know-how, maturidade e estrutura psicológica para assumir responsabilidades exigidas pelo mercado. Fluência em língua estrangeira e domínio de informática também já não são mais diferenciais como outrora. Para os recém-formados, vantagem competitiva neste Novo Milênio significa ter experiência prática das teorias estudadas nos bancos universitários.

Reacionários protestam: “É preciso uma reformulação do sistema!” Os acomodados posicionam-se indiferentes e os empreendedores investem em suas carreiras com criatividade, inteligência e sobretudo muita raça. E este é exatamente o estilo dos empresários juniores.

Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos, formada e gerida por alunos de um curso superior, cujos principais objetivos são: fomentar o aprendizado prático do universitário em sua área de atuação; aproximar o mercado de trabalho das academias e os próprios, além de uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade ou centro acadêmico. Com a elaboração de projetos de consultoria na área de formação dos alunos, as Empresas Juniores contemplam as necessidades de três clientes:

Os alunos: que se desenvolvem pessoal, profissional e academicamente;

As empresas: que se beneficiam com os projetos desenvolvidos, cujas características são a alta qualidade, garantida pela orientação dos professores, e o baixo preço, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro;

As universidades: que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresa Juniores necessariamente fazem ao seu nome.

Os alunos que participam de uma Empresa Júnior têm como rotina a elaboração de ensaios práticos apoiados em uma visão acadêmica, o que lhes proporcionam um considerável e importante diferencial competitivo entre aqueles que almejam prosperar profissionalmente nesta Era da Incerteza. Além disso, outro motivo que os deixam na vanguarda da conquista de grandes oportunidades é o fato de que o ambiente que eles protagonizam nada mais é do que uma arena de constantes desafios. E na cultura destes jovens está cravado o seguinte lema: quanto maiores os desafios, maiores as possibilidades para brilhantes vitórias.

Enquanto os estudos e análises sobre o empreendedorismo permeiam a agenda dos pensadores da Nova Economia e ganham cada vez mais espaço na mídia, o Movimento Empresa Júnior apresenta-se como uma excelente alternativa para, paulatina e progressivamente, alicerçar uma revolução em toda a metodologia de ensino superior do Brasil e do mundo. Substituindo arraigados paradigmas, estamos caminhando rumo à uma política de completo incentivo ao (“ex-utópico”) empreendedorismo acadêmico.

Escrito por: Cristiano Levone de Oliveira

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Conheça as 16 melhores empresas para trabalhar em 2011, segundo a Você S/A


 Na 15ª edição do Guia Você S/A – EXAME – As Melhores Empresas Para Você Trabalhar, a Volvo do Brasil foi a primeira colocada entre as 150 companhias listadas. O ranking foi elaborado pela revista em parceria com a FIA (Fundação Instituto de Administração).

A Elektro foi premiada como empresa revelação do ano e o Itaú Unibanco como destaque em RH. As empresas Dow, Promon e Whirlpool receberam homenagem de 15 anos do Guia.

A campeã Volvo contratou 500 funcionários no ano passado e é da política da corporação que cada funcionário receba participação nos lucros e resultados do país. Todos, sem exceção, receberam 9 mil reais em 2010.

Em 1997, ano da primeira edição do ranking, 78 empresas se inscreveram. Neste ano foram 504, sendo que 243 foram visitadas pela equipe da revista e mais de 140 mil funcionários responderam a questionários.

Confira abaixo a melhor empresa de acordo com o setor:

Alimento e Bebidas - Moinho Globo Alimentos
Automotivo - Volvo
Comércio Varejista - Losango
Construção - Pormade Portas
Farmacêutico, Higiene e Cosméticos - Eurofarma
Indústrias Diversas - Sama
Metalurgia e Siderurgia - Ata Indústria Mecânica
Papel e Celulose - International Paper
Químico e Petroquímico - Dow Brasil
Serviço de Saúde - Laboratório Sabin
Serviços Diversos - Ticket
Serviços Financeiros e Bancos - Bradesco
Serviços Públicos - Elektro
Tecnologia e Computação - Google
Telecomunicações - Vivo
Cooperativas - Unimed Sul Capixaba

Fonte: Revista Você S/A

terça-feira, 27 de setembro de 2011

10 maneiras muito baratas de divulgar a sua empresa

Muitos donos de pequenos negócios pensam que a publicidade é como ir ao dentista: algo que você só precisa fazer a cada seis meses. Mas, quando a publicidade é contínua e focada, os negócios ficam mais fáceis. Se os possíveis clientes tiverem uma visão positiva dos seus produtos e da sua reputação antes de você ligar para eles ou antes de eles começarem a comprar, você tem muito mais chances de fechar uma venda.

Outra novidade a respeito da publicidade permanente é que ela não está presa a uma etiqueta de preço. Trata-se apenas de mandar a mensagem certa para a pessoa certa na hora certa. Aqui estão dez ideias para fazer isso… sem gastar muito:

1. Faça os clientes se sentirem especiais.
Os clientes gostam de ser reconhecidos, especialmente nos dias de hoje, em que tudo é rápido e “pelo menor preço”. “Mesmo com empresas na internet, é possível prestar um bom atendimento ao cliente”, diz Denise McMillan, dona de uma loja on-line. McMillan inclui um pequeno sachê com cheiro de rosas em todas as sacolas de jóias ou lingerie que ela vende e também envia uma carta de agradecimento escrita à mão. “O sachê e a carta custam alguns centavos, mas acrescento algo especial à compra”, ela afirma.

2. Crie cartões que os clientes queiram guardar.
A maioria dos cartões de visita é descartada algumas horas depois de uma reunião. Em vez de ter seu cartão jogado fora, crie um que as pessoas realmente usem, como um bloquinho de anotações com suas informações de contato em todas as páginas. O bloco de anotações é consultado quase todo dia, guardado por 30 dias, mais ou menos, e deixa uma lembrança forte.

3. Pare de atender clientes que não dão lucro. Se essa ideia lhe dá arrepios, pense melhor. Você caiu na mentira de aumentar as vendas em vez de alavancar os lucros. Se você parar de atender clientes que não dão lucro, você tem mais tempo e recursos para clientes que realmente podem ajudar sua empresa a crescer. “Provavelmente, 20% dos seus clientes estão contribuindo para de 150% a 200% do lucro anual total; 70% não dão lucro e 10% custam de 50% a 100% do seu lucro”, afirma o consultor Michael King. Analise bem os dados de lucratividade dos seus clientes e, depois, direcione serviços especiais e propagandas para aqueles que importam.

4. Crie uma lista de contatos por e-mail e mande cartas pelo correio. A maioria das empresas aproveita o poder dos e-mails e você também deve enviá-los. É muito econômico. Porém, já que o e-mail marketing está em todos os lugares, você pode se destacar se enviar, de vez em quando, cartas pessoais pelo correio para clientes antigos e possíveis clientes. Apenas tenha certeza de que essas cartas trazem algo que os clientes querem ler, como uma análise de eventos recentes na sua área, ofertas especiais ou um agrado personalizado (um desconto na próxima compra, por exemplo). Essa correspondência tem que ter valor para quem lê, para refletir o valor dos seus produtos. Lembre: a melhor maneira de vender é divulgar.

5. Participe de feiras e conferências.
Você pode criar rapidamente folders interessantes com informações de contato, encartes com novidades sobre produtos ou um pequeno site sobre um evento.

6. Combine os negócios com prazer… e solidariedade. Realize um evento, festa ou conferência por uma causa que você apoie. Isso traz a possibilidade de conhecer várias pessoas e exibe suas habilidades de liderança.

7. Crie um destino. Uma livraria com uma cafeteria dentro. Uma loja de móveis com profissionais para cuidar dos filhos dos clientes. Por quê? Para que os clientes passem algum tempo lá. Uma manhã de domingo na livraria torna-se uma agradável rotina de fim de semana, em vez de somente uma compra. Roube essa ideia. E essa dica também vale para a internet. Usando a publicidade do tipo “pague por clique” (você só paga pela propaganda se algum usuário clicar no link para o seu site), você pode atrair público para eventos ou ofertas, observa o consultor Jay Lipe.

8. Torne-se um especialista on-line. Essa é uma estratégia de “amostra grátis” para conquistar negócios. Pesquise listas de discussão por e-mail e bate-papos on-line relevantes para sua empresa e seus clientes. Participe de vários deles publicando comentários para resolver problemas ou respondendo a perguntas. Pode ser necessário fazer isso durante um tempo. Mas a recompensa aparece na forma de clientes e indicações.

9. Flerte com a mídia local. Reportagens geram mais credibilidade do que a publicidade paga. Para receber a cobertura da mídia local, seja do jornal, da TV, de estações de rádio ou jornais de comércio, você precisa de uma notícia nova e na hora certa. Geralmente, vale a pena contratar um profissional de relações públicas ou assessoria de imprensa. Ele conseguirá espaço para as notícias, irá atrás dos representantes de veículos de comunicação e enviará comunicados para a imprensa falando sobre sua empresa. Normalmente, isso pode ser feito por um curto prazo ou de vez em quando.

10. Por fim, não deixe os clientes escaparem.
Faça um esforço para trazê-los de volta. Custa muito menos trazer de volta um cliente insatisfeito ou que não aparece há muito tempo do que atrair um novo. Se você não vê um cliente há algum tempo, mande um e-mail personalizado (esse processo pode ser automatizado) perguntando se está tudo bem. Para um cliente que passou por uma situação ruim, use o telefone, reconheça a situação e pergunte se há algo que você possa fazer. Um desconto também é bom. Ser gentil com os clientes é a propaganda mais inteligente e barata que você pode fazer.

Fonte: Pensando Grande

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como vencer: primeiros passos por Jack Welch

Pergunta: Sou estudante e tenho uma pergunta que considero da máxima importância: como saber que rumo tomar na vida? Já li muitos livros e participei de inúmeras atividades que pudessem me ajudar a tomar uma decisão, mas nada disso foi suficiente para que eu desse o primeiro passo em minha jornada profissional. Que devo fazer?

Resposta do líder: Em primeiro lugar, saiba que você não está sozinho.Muitos jovens sentem a mesma pressão no início da carreira. Eles vêem os amigos e colegas conquistando empregos bem remunerados em que são promovidos rapidamente — ou, pelo menos, é o que parece. Os pais os aconselham a trabalhar em um ou outro lugar, eles os incentivam a fazer outros cursos. E assim como você, outros jovens lêem livros e participam de programas cujo objetivo é o de ajudá-los a responder à indagação: “Que rumo devo tomar na vida?”. As respostas, porém, os deixam ainda mais confusos.

Logo o pânico se instala, como parece ser o seu caso. É natural que seja assim, mas isso não o ajudará em nada em sua carreira.

Por isso, é preciso que você entenda que a maior parte das carreiras não é fruto de uma decisão sobre onde chegar; tampouco devem ser entendidas como uma espécie de jogo bem pensado que levará o profissional ao sucesso. Não. A maior parte das carreiras é de caráter interativo. Tudo começa com um trabalho atraente — isto é, um trabalho adequado às suas capacidades, interesses e metas.

Via de regra, você descobre que esse trabalho não é exatamente o que você queria, o que o leva a procurar outro mais adequado aos seus interesses; este, por sua vez, leva a um outro ainda mais adequado. As coisas vão caminhando assim até que um dia — geralmente muitos anos depois do primeiro emprego — você acaba encontrando o emprego que sempre quis na vida: uma atividade que lhe oferece sentido e propósito. É tudo aquilo com que você sempre sonhou no início, mas não podia ter, simplesmente porque não havia começado a trabalhar até então.

Sabe o que mais? Nem mesmo esse emprego “perfeito” o deixará livre de preocupações e aborrecimentos. Depois de seis meses, por exemplo, pode aparecer um chefe chato no seu caminho; ou a empresa pode ser adquirida por outra e sua função alterada, ou mesmo extinta. Você terá então de começar tudo de novo.

Queremos deixar claro que a vida profissional demanda tempo e é cheia de imprevistos. Raramente as coisas acontecem de forma linear. É um vaivém; caminha-se um pouco para depois parar e voltar a caminhar novamente, sem falar dos imprevistos e das reviravoltas. Trabalho duro e talento são importantes, e um pouco de sorte também ajuda.

O mais importante, no seu caso, é começar. Aprenda o que puder sobre empresas em fase de crescimento, tendências dos mercados emergentes, pessoas influentes e novos fenômenos culturais. Converse com pessoas de profissões variadas e com histórias de vida diferentes. Participe de entrevistas. Faça perguntas. Reflita sobre tudo, com a mente e o coração. Aliás, este último poderá lhe ser tão útil quanto o primeiro.

Em seguida, aja. Arrume um emprego. Lembre-se, não precisa ser aquele emprego maravilhoso. Deve ser algo que o deixe à vontade para começar.

O trabalho certo para você — para o qual você foi feito — virá com o tempo. Ele será parte da jornada que você fará passo a passo, tal como acontece também com outras pessoas.

Artigo extraído do especial “Agenda do Líder” – Exame

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Marketing Pessoal – Construindo sua Marca

Há tempos que os conceitos de marketing vêm sendo aplicados na gestão de imagem e planejamento de carreira das pessoas. Aliás, acredito que esta é uma das tendências irreversíveis dentro da nova dinâmica vigente na sociedade moderna. É comum ouvirmos a expressão: “Somos todos vendedores”. E para triunfar no jogo do universo corporativo é necessário antes de tudo vender a nós mesmos.

A proposta deste ensaio é levar você a compreender que uma marca não nasce, mas sim é construída. E que uma marca pessoal é conseqüência de um processo de diferenciação.

O que é Marketing Pessoal?

Marketing pode ser definido como um conjunto de estratégias e ações visando promover o lançamento, desenvolvimento e sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor. Transitando este conceito para o Marketing Pessoal, podemos ressaltar que seu objetivo é aumentar a aceitação e fortalecer a imagem de uma pessoa pelo público em geral ou por determinado segmento deste público.

O Marketing Pessoal significa projetar uma imagem de marca em relação a você mesmo, tomando a si próprio como se fora um produto ou serviço.

Quer fazer um teste rápido sobre o estágio atual de sua imagem de marca? Pergunte-se: “O que as pessoas pensam de mim quando se fala em meu nome?”. Será que você é reconhecido, notado em meio à multidão? Que tipo de sentimento é aflorado nas pessoas ao ouvirem falar de seu nome ou ao encontrarem você em um ambiente qualquer?

O especialista em marcas Jaime Troiano pontua: “Uma marca é a criação de um conjunto organizado de percepções (plano cognitivo) e sentimentos (plano emocional) que faz com que um determinado produto ou serviço seja mais do que apenas diferente de seus competidores. Seja único e indispensável”.

Queremos auxiliá-lo a criar a marca “Você S/A”. Transformar o self atual (como você é) no self ideal (como você deseja ser). Assim, o tutorial a seguir não tem a pretensão de ser uma cartilha régia, mas um guia em sua trajetória na elaboração de sua marca pessoal.

Primeiro Passo: a Embalagem


O publicitário Chuck Lieppe dizia: “Aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”.

De fato, o aspecto externo é o primeiro que observamos. Comprando frutas, selecionamos aquelas que nos parecem mais belas e viçosas. Num evento social, disparamos olhares àqueles com trajes e cortes de cabelo atraentes. Ao planejar uma viagem, escolhemos como destino uma localidade cuja paisagem nos faça brilhar os olhos, seja ela bucólica, dotada de rios ou dunas ou florestas; seja ela ‘urbanóide’, repleta de luzes, cores e sons tecnologicamente pulsantes.

A embalagem é o princípio de tudo. E você nunca terá uma segunda oportunidade de causar uma primeira boa impressão. Para tanto, você deverá contemplar os seguintes aspectos:

a) Aparência: banho tomado, cabelo cortado, unhas aparadas, dentes escovados. Parece óbvio demais, mas há quem negligencie isso. Estes eventos, por mais elementares que sejam, representam o ponto de partida da construção de sua imagem.

b) Trajes: para cada ambiente, uma vestimenta apropriada. Da mesma forma como você não irá à praia calçando sapatos sociais, um bom terno ou tailler é a melhor recomendação para o dia-a-dia no trabalho. Combinar cores e tecidos é menos complicado do que possa parecer. Além disso, você deve priorizar o conforto e a praticidade. Roupas adequadas podem compensar uma baixa estatura, disfarçar um excesso de peso. E muito cuidado com o casual day, aquelas sextas-feiras insanas nas quais muita gente se revela de forma comprometedora.

c) Acessórios: anéis, correntes, brincos, pulseiras, enfim, acessórios diversos, são permitidos desde que utilizados de forma regrada. É importante também acompanhar o bom senso da moda. Abotoaduras para os rapazes, apenas em ocasiões especiais, o mesmo se aplicando para as mulheres em relação a jóias. E muita atenção com cosméticos. Há quem use perfume de maneira a ter sua presença reconhecida num ambiente pelo rastro de aromas (ou odores…) que deixa no ar.

d) Etiqueta: edificar uma marca demanda estudo. Por isso, atente para a necessidade de adquirir um bom livro com regras de etiqueta social. Afinal, haverá ocasião na qual você será apresentado a tantos talheres e copos que suas mãos e boca ficarão em dúvida sobre por onde começar. Há profissionais de grande competência no mercado capazes de lhe ensinar as normas da boa etiqueta que, a propósito, não se aplicam exclusivamente às refeições, é claro. Enquanto conferencista, por exemplo, é importante que você saiba como compor a mesa de um cerimonial e como homenagear aos presentes, com base na hierarquia.

e) Postura: cabeça inclinada, ombros arqueados, tronco curvado… Onde você pensa que vai assim? Qual percepção pretende conferir àqueles que o encontram? Seria você alguém derrotado e infeliz? Uma postura elegante ao assentar-se e ao caminhar demonstram altivez, autoconfiança e independência, além de contribuir com sua própria saúde.

f) Vocabulário:
a menos que suas pretensões restrinjam-se à exposição na mídia como modelo fotográfico, o que convenhamos é acessível a poucos, você invariavelmente terá que abrir a boca para sedimentar sua imagem. Neste momento, pronunciar “menas”, “poblema” e seus derivados, será suficiente para destruir toda a credibilidade que foi sendo erguida nos passos anteriores. Nunca é tarde para se aprender nosso idioma. Basta estudar um pouco e ler muito – jornais, revistas, livros, gibis e bulas de remédio. Desta forma, você ampliará seu vocabulário, ganhando maior versatilidade para falar em público. É importante também salientar que igual preocupação deve-se ter com a escrita. Redigir um bilhete grafando “essessão” ou “quizer”, entre outras pérolas, deveria ser salvo-conduto para uma demissão por justa causa na empresa ou a precipitação de um divórcio no lar.

g) Saúde: embora esteja sendo considerada ao final, é o aspecto mais fundamental a ser observado. E isso tanto em termos de marketing pessoal quanto de qualidade de vida. Demonstrar estar saudável, mais do que apenas parecer bem, constitui-se na chave-de-ouro que sela o primeiro passo do processo de construção de uma marca pessoal. E uma vida saudável implica em sono reparador, alimentação balanceada e prática regular de esportes, entre outros aspectos.

Segundo Passo: o Conteúdo

Muito bem. Você seguiu à risca o tutorial de fabricação de uma embalagem bonita, vistosa e atraente. E embora o design seja determinante, se o que estiver por dentro não respaldar a expectativa criada, você seguramente deixará de se estabelecer. Pior, poderá ser tido como impostor, a ponto de perder por completo a reputação pela qual tanto lutou. E você sabe que credibilidade é algo que leva anos para se edificar e que se perde em instantes…

É claro que o caráter é mais importante que a reputação, pois o primeiro simboliza o que você realmente é, enquanto o segundo remete àquilo que os outros pensam a seu respeito. Esta é uma verdade incontestável, muito bem expressa pela frase de Montaigne que prefacia este artigo. Mas estamos trabalhando para arquitetar uma imagem capaz de ser admirada pelos demais. E melhor será que isso ocorra espontaneamente, como conseqüência da pessoa que você demonstra ser com naturalidade.

Trabalhar o conteúdo significa cuidar dos seguintes pontos:

a) Formação: se você já tem um curso superior, faça uma especialização ou uma pós-graduação. Por outro lado, se você ainda não cursou uma faculdade, matricule-se com urgência em uma. Pouco importa o nome da instituição, sua tradição e toda a retórica que a cerca. Esteja certo de que é você quem tornará seu curso uma experiência indescritível ou um exemplo de mediocridade. Assista às aulas, empenhe-se na realização dos trabalhos em grupo e individuais, questione seus professores. E se os estudos foram interrompidos ainda no ensino fundamental, evite lamentar-se. Trabalhe para recuperar o tempo perdido. Faça um supletivo, estude nos momentos mais singulares, tais como dentro de um ônibus ou metrô, e quando estiver numa fila de banco. Lembre-se de que sua formação será dada menos pelo pedaço de papel emoldurado que você pendurar na parede, e mais pelos livros que você ler, as pessoas que conhecer e os debates dos quais participar.

b) Currículo: aprenda a redigir um currículo personalizado. Nada de números de documentos diversos e relação de palestras infrutíferas das quais você participou só para conquistar um certificado. Seu currículo deve ser objetivo, capaz de ilustrar em no máximo duas páginas o profissional que você é. Disponibilize um telefone e e-mail para contato. Evidencie com letras destacadas seu objetivo profissional. Você precisa declarar ao mundo o que sabe e quer fazer. Apresente sua formação mais recente, ou seja, nada de relacionar onde fez o curso primário e cursos extracurriculares dispensáveis. Fale de sua trajetória profissional, as empresa por onde passou, mencionando o porte de cada uma delas. Comente suas realizações procurando, sempre que possível, quantificá-las. Finalize informando sobre suas aptidões com idiomas e os hobbies que aprecia – um pouco de intimidade e humanismo também merece ser apresentado. E, por derradeiro, mantenha seu currículo sempre atualizado. Não é porque você encontra-se estável numa organização que a história de sua vida profissional deva ser estagnada. Ela está sendo escrita e é preciso que se registre isso para uma possível recolocação no futuro. Desconfie de sua memória.

c) Atitude:
aqui estamos falando de competências como: iniciativa, comprometimento, ousadia, persistência, criatividade, planejamento, persuasão, liderança, autoconfiança. Todos as temos, mais ou menos desenvolvidas. O segredo está em se fazer um trabalho de auto-reflexão. Reforçar as atitudes que estão sendo praticadas e identificar aquelas que precisam de um upgrade.

d) Autenticidade e transparência: a melhor maneira de você conquistar a simpatia, confiança e admiração das pessoas é sendo exatamente quem você é. De nada adianta projetar uma estampa fantasiosa, máscara que cai diante da primeira adversidade. Pratique a naturalidade e abuse da transparência, porém sempre atento aos bastidores escusos nos corredores das organizações.

e) Resiliência: falamos da capacidade de superar adversidades. A postura resiliente deve ser incorporada ao seu estilo de vida e ao seu semblante. Dar aos problemas a dimensão que efetivamente devem ter. Ser flexível nos acordos, tolerante nas decisões, paciente com as respostas.

f) Ética: mais do que fazer a coisa certa, significa agir com congruência. Praticar o que se fala, dizer aquilo em que se acredita.

g) Positividade: símbolo de um estado de espírito elevado, cultivar um pensamento positivo é uma prática que se reflete no sorriso franco, no abraço acolhedor e no bom humor contagiante. É um jeito de viver que atrai quem nos cerca, gerando uma energia sem precedentes.

Terceiro Passo: a Visibilidade

Não adianta fazer a melhor coisa do mundo se ninguém tomar conhecimento. É preciso comunicar e repercutir. Para construir uma marca, você precisa ser visto.

a) Logomarca: assim como os produtos são nomeados e apresentam uma marca que os identifica, desenvolva um símbolo ou sinal gráfico capaz de remeter mnemonicamente a você. Pode-se partir de uma grande expertise sua ou até de seu apelido.

b) Cartão de visita: pouco importa se você está trabalhando ou disponível no mercado. Você precisa ter um cartão de visitas. E, além de tê-lo, portá-lo, porque muitos esquecem seus cartões na gaveta do escritório, no porta-luvas do carro ou no bolso de outro blazer. Você pode ter um cartão corporativo e outro pessoal, por exemplo, esquivando-se do risco de perder a própria identidade, sendo chamado por “Fulano da empresa tal”. Mas a regra mais importante neste quesito é sobre como utilizar o cartão de visitas. Ofereça-o a seu interlocutor olhando-o nos olhos e peça o cartão dele. Leia o conteúdo do cartão, chame-o pelo nome para conferir maior proximidade ao diálogo e auxiliar você na memorização. Nunca dobre a ponta do cartão recebido. Concluído o diálogo, faça anotações discretas no cartão recebido que o ajudem a lembrar-se da pessoa posteriormente. E envie-lhe um e-mail no dia seguinte externando seu prazer em tê-la conhecido. Mas, por favor, evite tornar mecânico este processo, colocando prazer e sentimento nesta singela ação de troca de cartões.

c) Website: para ser visto – e achado – em tempos modernos, impossível dar as costas para a internet. Por isso, é imprescindível manter um site pessoal. Pode ser um blog, também, mas o site transmite um conceito de maior perenidade, pois os blogs têm como característica original o fato de serem formatados para funcionar como um diário eletrônico. Registre um domínio www com o seu nome. O investimento é ridículo. Basta pagar a anuidade da Fapesp, pouco superior a dez dólares. Depois, vá elaborando seu site aos poucos, incrementando seu conteúdo. Insira seu currículo, suas experiências profissionais, artigos que tenha escrito, links para outros portais. Enfim, faça de seu site um ambiente que possa tornar-se um ponto de encontro, ou até uma comunidade.

d) E-mail: procure ter uma única conta de e-mail. Com sinceridade, parece-me incompreensível como algumas pessoas criam e-mails em todos os provedores gratuitos como se aquilo fosse sinônimo de status. O gerenciamento de muitas contas torna-se difícil e inócuo. E, o pior, você dificulta a memorização de seu endereço pelos outros. Assim, bastam duas contas, no máximo: uma de caráter pessoal e outra corporativa. E aproveite para programar seu correio eletrônico para inserir uma assinatura nas mensagens que enviar. Nada mais desagradável do que receber um e-mail dentre as dezenas de mensagens que circulam diariamente, a maioria delas meros spams, sem conseguir identificar o destinatário.

e) Artigos: se você tem facilidade em escrever promova este talento. Desenvolva artigos versando sobre temas de seu conhecimento e relacionados à sua profissão. E publique-os. Primeiro, na internet – são inúmeros os portais que receberão com prazer sua contribuição. Mais adiante, você poderá buscar a mídia impressa – jornais e revistas – como veículos de divulgação de suas idéias. Procure escrever artigos curtos, que facilitem a leitura, e tenha muito cuidado com o idioma. Coesão e coerência textuais, ortografia e acentuação corretas, é o mínimo que os editores irão lhe solicitar – e seus leitores também.

f) Eventos: a regra agora é circular para ser visto. Participe de eventos os mais diversos. Coquetéis de lançamento de livros, palestras e seminários, vernissages. E leve consigo seu cartão de visitas.

Quarto Passo: a Ênfase


Uma marca, para ser lembrada, precisa ser repetida. Por isso, você deve reunir um nome curto, associado a uma logomarca e facilitar sua percepção para as pessoas.

A rigor, inexiste nome difícil, mas nome pouco pronunciado. De qualquer forma, se você está no estágio inicial de construção de sua marca, considere até mesmo a possibilidade de atuar com um pseudônimo. E priorize nomes formados por apenas duas palavras. Assim, “José Maria da Silva” deverá optar por ser chamado de “José Maria” ou “José da Silva”. Isso facilita a memorização e a identidade visual. E tome cuidado com homônimos!

Quinto Passo: a Divulgação

Hora de colocar o bloco na rua! Você deve virar notícia – evidentemente não das páginas policiais. Neste momento, a publicação de artigos e participação em eventos, conforme relatados no estágio da visibilidade, são instrumentos certeiros.

Este também é o momento de você reforçar sua comunicação. Pessoas marcantes são, por natureza, bons contadores de estórias. Não estamos falando de estórias da carochinha, mas de vivências, experiências, aprendizados.

Face ao exposto, considere com seriedade investir em um curso de expressão verbal e corporal. Estudos indicam que falar em público oferece mais medo às pessoas do que a própria morte…

Por fim, coloque a palavra networking em seu vocabulário e em sua agenda. Aumente sua rede de relacionamentos para além dos limites de seu bairro e de seus domínios na empresa. Há pessoas interessantes esperando por conhecer você seja numa fila de cinema ou numa mesa de bar.

Sexto Passo: a Diferenciação


Seguindo todos os passos anteriores você ainda correrá um risco: o de ser notado como somente mais um player, mais uma marca dentre tantas disponíveis no mercado. Por isso, você precisa se diferenciar. Praticar o que a teoria econômica chama de concorrência monopolística. Desenvolver um estilo próprio, fazer as coisas de forma diferente e, assim, tornar-se único, exclusivo, admirado e presente no coração e na mente das pessoas.

À luz deste conceito, observe como estamos o tempo todo exercendo a concorrência monopolística em nossas vidas. A começar pela vitória do espermatozóide tenaz que, dotado de agilidade, velocidade e preparo, no ato da fecundação, supera todos os demais concorrentes. Ao conquistar o par romântico, também nos fizemos notar em meio aos demais pretendentes. A oportunidade de emprego foi igualmente sancionada com êxito dentre outros postulantes ao cargo.

“Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…”.

O Pequeno Príncipe, de Exupéry, conhecia muito de concorrência monopolística quando cunhou a famosa expressão “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Por isso, abrir a porta do carro para a garota adentrá-lo torna o cavalheiro admirado. Por isso, o vendedor que procura descobrir a necessidade de seu cliente para depois lhe apresentar uma solução é preferível ao mero tirador de pedidos. Por isso, a empresa que identifica o desejo mais subliminar de seus consumidores pode dar-se ao luxo de vender o que produz ao invés de produzir o que se vende.

Mas, no jogo da diferenciação, que fique claro uma coisa. Não é a diferenciação tecnológica (baseada nas inovações), a qualitativa (sediada na adequação) ou a mercadológica (ancorada na força e glamour das marcas) que conferem perenidade às relações. O mundo está comoditizado. A comunicação está massificada. A única diferenciação sustentável ao longo do tempo é aquela baseada em pessoas. No brilho do olhar, na maciez da voz e no calor do toque, aspectos que máquina ou virtualidade alguma será capaz de reproduzir ou substituir.

(Artigo publicado originalmente na Revista Vencer! Como matéria de capa na edição de outubro de 2005).
Por: Tom Coelho

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Como causar uma primeira boa impressão no novo emprego

Após longas etapas de seleção, dinâmicas de grupo, entrevista individual e exames médicos eis que você é a pessoa escolhida para ocupar a tão sonhada vaga de emprego, ou um novo cargo na empresa em que já trabalha. Motivos para comemorar? Sim, muitos! Mas é preciso também ficar atento a alguns detalhes que irão lhe ajudar a ser mais bem inserido e aceito neste novo ambiente:

Prepare-se para a vaga antes mesmo de ocupá-la

Ocupar um novo cargo, mudar de empresa, ou mesmo conseguir o primeiro emprego, não importa em qual dessas situações você se encaixe, o que todos os casos tem em comum é a necessidade de que você se prepare para esta nova oportunidade desde o dia em que se candidatou para ela. Pesquise sobre a nova atividade em livros, artigos na internet, apostilas, profissionais do mesmo ramo, etc. Este processo irá lhe ajudar tanto no momento das entrevistas de emprego, quanto ajudará para o seu desenvolvimento e preparação para ocupação da nova atividade, além, claro, de reduzir a insegurança e ansiedade de ter um novo desafio pela frente. O que certamente lhe dará significativa vantagem competitiva diante dos demais candidatos

A primeira impressão

O primeiro dia de trabalho em uma nova empresa ou novo setor vem acompanhado de várias inseguranças, por isso, uma boa dose de simpatia ajuda a quebrar o gelo inicial. Se lhe for dada uma abertura para apresentar-se, fale brevemente dos lugares em que trabalhou anteriormente, de sua formação e de como está feliz por ter sido o escolhido para fazer parte desta nova equipe. Aproveite este primeiro momento também para observar como as pessoas se comportam, se vestem, se é um ambiente mais descontraído ou mais formal e como é a rotina geral do setor. Ser uma pessoa que destoa muito das demais pode fazer com que haja resistência em sua aceitação pelas pessoas do setor. Fique atento aos detalhes!

Mostre-se interessado

O empregado novato deve ser sempre o mais interessado em aprender as atividades que desenvolverá e, por isso, é ele quem deve procurar as pessoas chave, documentos e livros que o ajudarão a adquirir estas informações. Não espere encontrar sobre sua nova mesa uma linda cartilha com todos os ensinamentos preciosos dos quais precisa, isso dificilmente acontecerá. Por este motivo, mostre-se sempre interessado em aprender tudo que for possível, mas sempre com humildade, tomando o cuidado para que não atrapalhe o trabalho dos demais.

Intregre-se ao grupo

É muito importante tentar se inserir na equipe aos poucos. Como disse anteriormente, uma boa dose de simpatia e bom senso fará com que isto ocorra de forma natural. Digo isto porque pra muitas pessoas existe a real dificuldade em “se enturmar”, já outros novatos erram a mão e acabam se tornando inconvenientes por exagerarem na espontaneidade. Utilize a hora do almoço, que geralmente acontece em grupo, para ouvir mais e falar menos, aproveitando mais uma vez para conhecer um pouco mais o perfil das pessoas com as quais passará boa parte do dia. Vale lembrar que qualquer “brincadeirinha” pode se transformar em uma bela situação constrangedora neste início. Assim, é mais seguro adotar uma postura formal com todos a sua volta, pelo menos no início de sua convivência com eles.

Estas foram algumas dicas que, com certeza, vão ajudá-lo a se adaptar melhor ao novo ambiente de trabalho, além de causar uma ótima impressão aos novos colegas de trabalho. Agora, gostaríamos de saber sobre sua experiência ao iniciar uma nova atividade ou em uma função em uma nova empresa.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Como as ferramentas de audiência do Twitter podem ajudar sua empresa

Números coletados pelo Web Analytics tornam o microblog bem mais atraente para quem precisa planejar campanhas de marketing online.

O Twitter anunciou na terça-feira (13/9), durante a conferência TechCrunch Disrupt, nos EUA, o Web Analytics, ferramenta para análise de tráfego que poderá ser usada pelos sites para avaliar o impacto da rede social sobre sua audiência. A empresa já adiantou que o serviço será liberado gradualmente ao longo das próximas semanas, mas já é possível avaliar algumas formas de como ele poderá ajudar empresas e negócios.

Segundo o que foi publicado no blog oficial do Twitter, as novas ferramentas vão oferecer três benefícios principais:

1: Entender quanto do seu conteúdo tem sido compartilhado via Twitter

Este ponto promete entregar muito mais transparência, já que vai mostrar quanto do conteúdo de seu site tem sido compartilhado por meio do Twitter. Um gráfico mostrado como exemplo pela empresa mostra o número de tuites publicados sobre o site e o número de cliques nos links. Até então, não era possível ter este nível de detalhe. Você já podia ver quanto do tráfego chegou ao seu site por meio do Twitter (usando o Google Analytics), mas não o caminho que esse tráfego percorreu para chegar nele.

Este detalhamento vai permitir ver quem está compartilhando o conteúdo de seu site, e como. Isso abre novas possibilidades, tais como o lançamento de programas de incentivo e de afiliados – coisas que seriam impossíveis de implantar no passado.

2: Ver a quantidade de tráfego que o Twitter traz ao seu site

Isso é algo que você já conseguia ver por meio do Google Analytics. Portanto, nenhuma surpresa aqui.

3: Medir a efetividade da integração do botão Tweet

Isso também era algo que já podia ser feito com a maioria dos plug-ins para seu site web. O Shareholic, por exemplo, mostra quantas vezes seu conteúdo é tuitado ou compartilhado com suas ferramentas, e serviços semelhantes têm as mesmas opções. O interessante aqui será ver até que nível de detalhe as ferramentas do Twitter poderão nos levar.

Aquisição da BackType

O Twitter afirma, em seu comunicado, que o novo serviço foi ajudado pela compra, em julho, da empresa BackType. O site da BackType não revela muito sobre o que o novo serviço do Twitter poderá oferecer, mas pelo menos uma citação do blog que anuncia a aquisição pelo Twitter mostra-se reveladora:

“Nossa visão na BackType tem sido sempre ajudar nossos clientes a entender o valor do engajamento no Twitter e em outras plataformas sociais. Nós também criamos os BackTweets, para ajudar os editores a entender o alcance de seus  tuites e conteúdos, quem eles atingiram, e como os tuites colaboram no tráfego web, em vendas e em outros KPIs [indicadores-chave de desempenho].”

A experiência da BackType promete uma ferramenta com um profundo nível de detalhe, capaz de mexer com qualquer um que precise medir o sucesso online.

Por que você vai querer o Web Analytics

Se os anúncios recentes do Twitter servirem de indicação, seu Web Analytics será tão vital para um dono de site como é hoje o Google Analytics. Até agora, uma das maiores queixas sobre o Twitter era que ele não é suficientemente rastreável e não vai além de mostrar os números brutos de visitas a seu site.

O Web Analytics muda tudo. Com ele, os profissionais de marketing online poderão finalmente responder às dúvidas dos clientes sobre se a audiência do site vem de contas-robô, já que o serviço será capaz de mostrar exatamente quem está tuitando o que, e quando.

Talvez um dos maiores efeitos do Web Analytics seja o de silenciar os detratores do Twitter. Uma vez que as empresas tenham melhor visão de como exatamente o tráfego chega ao seu site via Twitter, elas poderão investir mais recursos no uso do serviço. Até agora o Twitter tem colocado o carro na frente dos bois ao oferecer o Twitter Analytics apenas a anunciantes, e mesmo assim somente com informações sobre como seus programas de anúncios têm funcionado.

Quando os negócios puderem ver o que o Twitter pode fazer por eles, a probabilidade de eles tornarem-se anunciantes do microblog crescerá.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A importância da leitura para a formação dos administradores

Todo administrador precisa estar atualizado com as coisas que acontecem ao seu redor, seja aqui no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Mas como me manter atualizado com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo em lugares tão diferentes? A resposta é simples: leitura! Isso mesmo, cultivar o hábito de ler é uma grande arma que o administrador precisa saber usar.

Desde jornais, passando por revistas especializadas e livros didáticos, tudo o que o administrador puder ler durante sua carreira será válido para sua formação como profissional. E, hoje em dia, com tantas opções de livros eletrônicos, aplicativos para iPhones, iPad, Kindle etc., este processo de leitura se torna ainda mais fácil e prazeroso.

Mas é preciso ser criterioso na hora de escolher um bom material para ler, afinal ler somente por ler não agrega em nada e ainda te faz perder muito tempo. E por acreditar que a leitura pode ser uma grande vantagem competitiva para sua carreira, nós do blog Sobre Administração, ao longo de nossa caminha, temos postado dicas de livros importantes que todo administrador deve ler, indicando-os através de resenhas e promoções.

Hoje, trazemos neste post algumas dicas de leitura que julgamos ser importantes para todos nós, confira a seleção de livros, revistas e sites/blogs:

Revista

Indicamos fortemente que você leia a Revista Administradores, uma publicação especializada e que traz um conteúdo muito interessante sobre a área da administração, escrito por jovens de uma forma diferenciada, com um visual muito bacana. Uma das melhores surpresas que tivemos nos últimos anos, vale mesmo a pena conhecê-la.

Livros

Sugerimos que você acesse nossa sessão de Resenhas para conhecer todos os livros que já resenhamos por aqui. E abaixo deixamos algumas sugestões especiais de leitura que são muito importantes para todo profissional, seja ele recém-formado ou com anos de experiência. Indicamos que vocês leiam estes livros o mais rápido possível! Eles farão toda a diferença na forma como enxergam a gestão. Confira a lista de resenhas:

    Introdução à Teoria Geral da Administração (versão 2011, atualizada);
    Plano de Negócios – Seu guia definitivo;
    Delivering Happines – Satisfação Garantida;
    Marketing 3.0 – Philip Kotler;
    A Vaca Roxa – Seth Godin;
    A Bola de Neve: Warren Buffet e o Negócio da Vida.

Recentemente postamos também um ranking com os 25 livros de gestão de negócios mais influentes do mundo, segundo a Revista Times. Confira esta super seleção de clássicos da gestão:

Os 25 livros de gestão de negócios mais influentes, segundo a Times

Blogs

Outro tipo de leitura muito importante, também, são os sites e blogs que tratam sobre a administração e suas áreas de atuação. Mas também tem sua importância os canais que tratam sobre outros aspectos que devem ser trabalhados no Administrador, como por exemplo produtividade, finanças pessoais, emprego etc.

Abaixo listamos algumas sugestões de leitura que gostaríamos de compartilhar com vocês:

    Portal Administradores;
    Pensando Grande;
    Arata Academy;
    Dinheirama;
    Sucesso News;
    Produzindo.net;
    Quero Ficar Rico;
    Efetividade.net.

Bom pessoal, estas foram algumas dicas de leitura que gostaríamos de compartilhar com vocês. Acreditamos que o hábito de ler constantemente conteúdo de qualidade, seja na internet ou em livros, jornais e revistas, mantém o Administrador atualizado e auxilia também no aprimoramento da sua escrita e fala. Por isso, mantenha este hábito de procurar sempre um bom conteúdo para ler, isso fará toda a diferença na sua formação como pessoa e também como profissional!
Boa leitura!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

O que as marcas precisam saber sobre os consumidores no Facebook

Uma pesquisa revelou como os norte-americanos se comportam no Facebook em relação às marcas, inclusive o porquê de essas pessoas “curtirem” as páginas. A maior parte dos usuários (58%) vira fã de uma empresa por já ser seu consumidor, mas 57% deles só estão ali pois esperam receber descontos ou participar de promoções.

E o nível de engajamento é alto, pois 78% disseram participar de menos de dez fan pages, o que as deixa mais focadas. Os motivos variam, mas é uma minoria que está presente nessas páginas para ter acesso a conteúdo exclusivo (31%) ou para saber com antecedência as novidades sobre a marca (31%).

O levantamento “10 fatos que você deveria saber sobre comportamento dos consumidores no Facebook“, conduzido pela Constant Contact e pela Chadwick Martin Bailey, ouviu 1.491 pessoas, todas maiores de 18 anos.

Os dados mostram que 52% dos entrevistados gastam pelo menos uma hora por semana no Facebook. O site de Mark Zuckerberg é, disparado, o que mais gera interação entre consumidor e marca, com índice de 34%. Depois aparecem Twitter (4%), LinkedIn (1%) e MySpace (1%), além de comunidades online (9%) e blogs (4%). 56% dos que ainda não completaram 35 anos conversam com as marcas preferidas pelo Facebook.

A importância de se dar atenção às páginas também ficou evidenciada. 77% leem os posts, acompanham as novidades e as ofertas divulgadas pelas marcas e 17% compartilham experiências sobre elas com outras pessoas. Além disso, 13% postam conteúdo relacionado às empresas.

Outro dado destacado é que a maioria (76%) nunca deixou de seguir uma marca depois de “curtir” sua página no Facebook. 56% se sentem mais confortáveis em fazer indicações depois de se tornar fã e 51% dos fãs ficam mais inclinados a comprar após se vincularem à marca.

Fonte: Revista Exame

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Média gerência tem mais influência no desempenho de empresas, diz pesquisa

Criatividade e experiência na inovação de projetos são as características que definem o perfil destes profissionais

Os executivos de média gerência costumam ter mais importância no desempenho das empresas do que se possa imaginar. Ao menos é isto o que aponta um recente estudo elaborado pelo pesquisador Ethan Mollick, da escola americana Wharton School of Management.

De acordo com o levantamento, tais profissionais facilitam o desempenho das organizações na área criativa, onde atuam em processos inovadores por meio de conhecimentos específicos do setor. Com isso, o papel de tais indivíduos nas empresas costuma ser superior ao esperado.

A pesquisa revelou ainda o panorama da indústria de jogos para computadores nos Estados Unidos. Na ocasião, os produtores de games foram classificados como média gerência e os designers como inovadores – já que a criação de jogos vem destes profissionais.

Comparativo
A análise incluiu mais de 900 profissionais e apontou os resultados das empresas do setor, bem como as críticas sobre os games. Em suas descobertas, Mollick demonstrou que os produtores - média gerência – eram os responsáveis por 24,1% do faturamento dos jogos e por 18,6% das boas avaliações dos críticos.

Em contrapartida, os designers tiveram uma importância inferior para o desempenho das organizações, representando 6,3% do faturamento e 14,2% das boas avaliações. Já o papel dos executivos também surpreendeu, sendo tais profissionais os responsáveis pelo menor peso nos ganhos obtidos com a venda de jogos: 5%.

A explicação para tal cenário, segundo Mollick, é simples: “os profissionais de média gerência possuem a capacidade de transformar as boas ideias dos inovadores em um projeto realista”, explica. Para ele, se uma empresa possui um ótimo designer e um produtor mediano, ela não conseguirá garantir um produto de qualidade.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A Semana do Empreendedor é um evento realizado semestralmente pela FEA júnior USP Consultoria e Projetos. O evento fornece ferramentas teóricas e práticas para empresários que desejam melhorar a atuação no mercado. As atividades serão ministradas por professores da FEA-USP e consultores FEA júnior USP, além da participação dos parceiros e patrocinadores do evento.

Além de desenvolver e difundir ideais empreendedores, a Semana do Empreendedor visa proporcionar uma vantagem competitiva ao seu público, já que atualmente um bom posicionamento no mercado ultrapassa o conceito de qualidade. As atitudes inovadores são um diferencial frente à concorrência e um tanto muito mais simples do que pensamos.



Objetivo do evento: Difundir e desenvolver os ideais empreendedores entre os participantes do evento.Fornecer informações teóricas e treinamentos práticos sobre áreas específicas em negócios, possibilitando a melhora do desempenho dos empreendedores em seus próprios negócios.

A VI Edição da Semana do Empreendedor ocorrerá nos dias 20 e 21 de Setembro, nas dependências da FEA USP. A VI Semana do Empreendedor trará as seguintes atividades:

Mini-Consultoria

Uma análise concisa da empresa, ou seja, identificar as falhas mais aparentes na empresa e propor possíveis melhorias. Um diagnóstico personalizado ao negócio do participante será elaborado e apresentado, para que o empresário obtenha um direcionamento quanto as mudanças e melhorias necessárias ao sucesso de seu empreendimento.

Roda de Discussões

É um momento de expor problemas, dúvidas e Discussão experiências pessoais. Os intermediadores estabelecem um contato direto com os participantes e procuram focar a discussão em macro- temas (finanças, estratégia e marketing). As rodas proporcionam aos empresários uma análise da situação da sua empresa, já que os participantes podem explorar ao máximo os conhecimentos do intermediador

Caso de Sucesso

Os consultores relatam como uma empresa, antes em um quadro de dificuldades passa a conquistar resultados satisfatórios, através de uma consultoria personalizada, mostrando como as necessidades de um cliente são identificadas e quais ações são efetivas. Essas ações normalmente são aplicáveis e compreensíveis aos empresários, como também proporcionam impacto nas empresas.

Workshops

Os workshops são cursos voltados para as áreas de estratégia, finanças e marketing. Os orientadores são professores da FEA-USP, sendo esses especialistas nos temas abordados. As dúvidas dos empresários podem ser sanadas, para assim direcioná-los a possíveis soluções para problemas específicos de sua empresa. Além disso, ao termino do curso os participantes estão aptos aplicarlos na rotina empresarial.

Palestras

As palestras consistem, principalmente, na exposição de conhecimentos teóricos. Os enfoques são diversos, mas sempre voltados a ferramentas e práticas de gestão empresarial. Essa atividade visa demonstrar aos empreendedores ferramentas administrativas efetivas e atuais. Assim, os empresários terão fundamentos atuais e estratégicos que os auxiliarão na prática.

sábado, 3 de setembro de 2011

Tudo sobre a Teoria dos Dois Fatores de Frederick Herzberg


A Teoria dos Dois Fatores foi desenvolvida pelo americano Frederick Herzberg, sendo publicada em seu livro “A Motivação para Trabalhar” (The Motivation to Work). Tal teoria teve por base entrevistas realizadas com diversos profissionais da área industrial de Pittsburgh. Seu objetivo era identificar os fatores que causavam a satisfação e a insatisfação dos empregados no ambiente de trabalho. Para isso, questionou os entrevistados sobre o que os agradava e os desagradava nas empresas em que trabalhavam.

Herzberg, então, dividiu estes relatos em dois fatores: motivacionais (os que agradavam) e higiênicos (os que desagradavam). Diferentemente de Abraham Maslow, que estudou a satisfação das necessidades das pessoas em diversos campos de sua vida, Herzberg procurou estudar o comportamento e a motivação das pessoas dentro das empresas, especificamente.

Nesta teoria, os fatores higiênicos são aqueles necessários para evitar que o funcionário fique insatisfeito em seu trabalho, porém, eles não são capazes de fazer com que ele se sinta completamente satisfeito. Para o autor, o oposto de satisfação não é a insatisfação, mas nenhuma satisfação. Bem como, o oposto de insatisfação não é a satisfação, mas sim nenhuma insatisfação.

Para facilitar o entendimento, separei abaixo a definição dos dois fatores de Herzberg, escrita pelo professor Marcelo Camacho. Acompanhe:
Fatores higiênicos

Dizem respeito às condições físicas do ambiente de trabalho, salário, benefícios sociais, políticas da organização, clima organizacional, oportunidades de crescimento, etc. Segundo Herzberg, estes fatores são suficientes apenas para evitar que as pessoas fiquem desmotivadas. A ausência desmotiva, mas a presença não é elemento motivador. São chamados fatores insatisfacientes, também conhecidos como extrínsecos ou ambientais.

Fatores Motivacionais

Referem-se ao conteúdo do cargo, às tarefas e às atividades relacionadas com o cargo em si. Incluem liberdade de decidir como executar o trabalho, uso pleno de habilidades pessoais, responsabilidade total pelo trabalho, definição de metas e objetivos relacionados ao trabalho e auto-avaliação de desempenho. São chamados fatores satisfacientes. A presença produz motivação, enquanto a ausência não produz satisfação. Também chamados de intrínsecos.

Vejam o quadro abaixo, que resume bem o que vimos até agora:

Ao final do estudo, Frederick Herzberg concluiu que os fatores que levavam à insatisfação profissional nada tinham a ver com aqueles que influenciavam na produção de satisfação dos trabalhadores. Assim, o autor percebeu que os fatores que causavam a satisfação dos trabalhadores estava relacionado ao seu trabalho, à tarefa desempenhada, sua natureza, responsabilidade, promoção etc.

Herzberg constatou, também, que os fatores que causam a insatisfação dos empregados são puramente ambientais, que não dizem respeito à tarefa desempenhada. São relacionados à natureza das relações interpessoais, condições do ambiente de trabalho, salário etc.

Esta teoria permite inúmeros outros estudos semelhantes. Com certeza, foi um marco na avaliação da satisfação e motivação dos trabalhadores no ambiente de trabalho.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Não seja um administrador genérico, especialize-se!

Muitas pessoas questionam qual a real importância da Administração para as empresas e, também, para o futuro dos profissionais que a escolhem como carreira. A principal dúvida é sobre o aspecto genérico que a Administração tem, uma vez que possui muitas áreas diferentes de atuação. O que torna difícil a escolha por uma ou outra na hora de decidir sobre o futuro profissional. Por isso, é preciso pensar bem e analisar as opções disponíveis para não cometer um erro grave já no início da carreira.

Não tem como fugir, todos nós temos que passar por este momento de escolha. Eu também já vivi este dilema e sei como fica a cabeça do jovem. E nestes anos de blog já conversei com muitos profissionais  sobre o assunto, colhendo algumas impressões sobre o tema. Posso dizer que a melhor coisa que você pode fazer é não se contentar apenas com uma graduação em Administração. Não que isso não seja um grande diferencial pra você ou sua carreira, claro que é! Uma vez que é um excelente curso, que te dá uma ampla visão do mercado e gera muito conhecimento sobre gestão de negócios etc. Enfim, Administração é sim uma ótima profissão a ser seguida.

O que quero dizer neste post é que você precisa focar sua carreira em algo um pouco mais específico. Ter uma área de atuação mais direcionada para aquilo que você realmente gosta de fazer. Na hora de buscar um emprego, você deve saber exatamente onde quer chegar e em qual área irá atuar. As empresas dão muita importância para o profissional que é bom naquilo que faz. Por isso, procure sempre ser muito bom em uma área específica, e não apenas bom em todas as áreas. Foco é tudo!

A tarefa de escolher uma área de atuação pode não ser muito fácil, mas existem muitas opções à sua escolha, como: Marketing, Recursos Humanos, Finanças, Administração Hospitalar, Pública, Agrobusiness, Mercadológica, Comércio Exterior, e muitas outras áreas. O importante é que seja levado em consideração a preferência do jovem pela área escolhida, avaliando, também, como anda o mercado de trabalho e as melhores opções para sua trajetória profissional.

Nada disso é uma regra, claro. Você pode escolher o caminho que achar melhor para sua vida profissional, mas é preciso ter em mente que ser genérico demais pode prejudicar seriamente a sua carreira. Portanto, se você pretende tocar o seu próprio negócio, em pequena escala, talvez a melhor opção seja buscar conhecimentos em administração de forma genérica, focado na gestão do negócio, talvez. Mas se você pretende buscar uma colocação em um setor específico de uma grande empresa, ou focar o seu negócio em uma área específica, opte sempre por uma especialização em uma das áreas da Administração. Você terá mais conhecimento para realizar as tarefas específicas e ganhará uma grande vantagem competitiva no mercado. Pense nisso.